Ana Carolina Tonetti 


Carol Tonetti vive e trabalha em São Paulo. Atua entre os campos da arte, da arquitetura e da pesquisa explorando as potencialidades que o agenciamento do espaço podesignificar para o objeto de arte, para a prática da arquitetura e para asintervenções no espaço urbano.  Sua produção apresenta rebatimentos na pesquisa e no ensino, entrecruzando sua atuação com  O grupo inteiro, grupo formado em 2014.

Arquiteta e Urbanista pela FAU-Mackenzie (1998) e doutora em Projeto, Espaço e Cultura pela FAU-USP (2020), é professora na Escola da Cidade - onde foi responsável por reestruturar os currículos da sequência disciplinar de meios de expressão(2013-2019) -, e hoje atua orientando trabalhos de conclusão de curso e de estúdio vertical, além de co-coordenar o curso de pós-graduação lato-sensu Arquitetura, Educação e  Sociedade, voltado à formação deprofessores.

São Paulo, 1974 


Carol Tonetti lives and works in São Paulo, Brazil. Practicing between the fields of art, architecture and research, seeks to explore the potentialities that the space agency can mean for the art object, for architecture and for interventions in urban space. Her production presents repercussions in research and teaching, intertwining her performance with O grupo inteiro, a group formed in 2014.

Graduated  in Architecture and Urbanism in 1998, from FAU-Mackenzie, and holding a PhD in Project, Space and Culture, from FAU-USP (2020), she teaches at Escola da Cidade - where she was responsible for restructuring the curriculum of the disciplinary sequence of means of expression (2013-2019) -, and today supervising the final  researches and projects at the vertical studio, in addition to co-coordinating the lato-sensu Postgraduation course  Architecture, Education and Society, aimed at training teachers.


ensaios e publicações | essays & publications


Contracondutas, ação político -pedagógica (2017)


Desdobramentoeditorial do Projeto Contracondutas. Edição realizada com LigiaNobre, Gilberto Mariotti e Joana Barossi. Reúne alguns dos conteúdos maissignificativos do projeto à produções comissionadas para esta edição. 

Editorada Cidade - bilingue. 

Contracondutas.pdf


Counter-Conducts : Politics of Architecture an Labor in Brazil (2019)


Texto escrito com Ligia Nobre para apresentar as diversasfrentes de pesquisa do projeto Contracondutas, e que abre a sessão de discussãosobre  Trabalho (Labor)no livro "Critical Care,  Architecture and Urbanism fora Broken Planet" editado por Angelika Fitz, ElkeKrasny e o Architekturzentrum de Viena.

MITpress, 2019, pp. 78-90.


MSTC: Moradia como prática de cidadania (2019) 


Material elaborado junto com moradores e lideranças doMSTC, professores e estudantes de pós-graduação da Escola da Cidade por ocasiãoda apresentação do MSTC na Bienal de Arquitetura de Chicago (2019). 

Editora da Cidade

Moradia como prática de cidadania

Housing as Citizenship Practice


Participação entre campos  (2018) 


Artigo publicado na revista ARA 4 YMÃ - Espaços em movimento,e que investiga a absorção e circulação do termo “prática espacial”,como enunciado por Henri Lefebvre em “A Produção do Espaço” (1974), esua utilização por parte da crítica arquitetônica para abarcar umaprodução diversa, destacando processos participativos como uma aproximaçãocom o campo da arte e de uma determinada produçãoartísticareconhecida por Nicolas Bourriaud como “arte relacional”.

Participação entre campos.pdf


Uma festa de aparelhagem  (2016)


Pequeno texto escrito para o projeto Campos de Preposições,realizado com O grupo inteiro, em colaboração com Central Saint Martins - UAL,no Sesc Ipiranga. 

Uma festa de aparelhagem


Margem, errante  (2013) 


Texto que parte de uma análise críticado  trabalho  “Errante”, do artista mexicano Hector Zamora, realizadoentre outubro e novembro de 2010, em São Paulo, para examinarcomo processos envolvidos em seu desenvolvimento e execução explicitamdiversas tensões nas relações entre obra de arte, espaço público e instituição.

Margem, errante 

Interseções entre arte e arquitetura

O caso dos pavilhões (2013)


Dissertação de mestrado que tem como foco central o estudo de edifícios pavilhões e sua relação com a produção tridimensional - entendida como instalação e escultura. Para tanto, articula-se o conceito de "campo ampliado", elaborado por Rosalind Krauss em texto de 1979 para abarcar as transformações da escultura a partir dos anos 60, com seu recente deslocamento, para o âmbito da arquitetura por parte de alguns autores, nomeadamente Antony Vidler. O pavilhão sempre foi entendido como um campo experimental para os arquitetos, especialmente ao longo do século XX quando ajudou a consolidar as premissas da arquitetura moderna. Hoje, apresenta grande visibilidade através de diversos programas que oferecem condições únicas de encomenda e concepção pressupondo uma arquitetura singular, que configura uma produção desvinculada do binômio forma-função e cujo assunto autorreferente é a própria arquitetura. Do ponto de vista das artes o pavilhão representa uma expansão da instalação para um todo espacial que passa a envolver também o edifício e, quando tomado como meta arquitetura, opera também como plataforma de afrontamento crítico.

acesso à biblioteca de teses da usp

Interseções entre arte e arquitetura. 

Práticas espaciais críticas (2020)


Tese de doutorado que trata das rupturas empreendidas pelas artes, a partir dos anos 1960, e a revisão dos postulados modernos pela arquitetura, ocorrida no mesmo período. Este período representa um importante momento de inflexão e de estreitamento dos limites entre esses campos no contexto de um debate cultural ampliado. Uma vez que o entendimento de espaço é central para a compreensão das relações entre a produção tridimensional e a arquitetura, ele será examinado à luz do conceito de "prática espacial" que foi retomado pela crítica de arquitetura internacional nos anos 1990, a partir da formulação de Henri Lefebvre em A Produção do Espaço (1974). Parte-se da hipótese de que o envolvimento mais próximo com contextos específicos e com a realidade social problematizam categorias anteriores, e provocam rebatimentos em processos de documentação e epresentação alargando a prática arquitetônica. Como resultado, o projeto arquitetônico passa a incorporar camadas discursivas que promovem uma reflexão sobre seus meios de produção, representação e comunicação, em um deslocamento análogo à inversão de sinais proposta pela dialética entre sítio e não-sítio na obra do artista Robert Smithson.

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