Contracondutas, ação político-pedagógica (2017)

Desdobramento editorial do Projeto Contracondutas. Edição realizada com Ligia Nobre, Gilberto Mariotti e Joana Barossi. Reúne alguns dos conteúdos mais significativos do projeto à produções comissionadas para esta edição. 

Editora da Cidade - bilingue. 

Contracondutas.pdf

Counter-Conducts: Politics of Architecture an Labor in Brazil (2019)

Texto escrito com Ligia Nobre para apresentar as diversas frentes de pesquisa do projeto Contracondutas, e que abre a sessão de discussão sobre  Trabalho (Labor) no livro "Critical Care,  Architecture and Urbanism for a Broken Planet" editado por Angelika Fitz, Elke Krasny e o Architekturzentrum de Viena.

MITpress, 2019, pp. 78-90.


MSTC: Moradia como Prática de Cidadania (2019) 

Material elaborado junto com moradores e lideranças do MSTC, professores e estudantes de pós-graduação da Escola da Cidade por ocasião da apresentação do MSTC na Bienal de Arquitetura de Chicago (2019). 

Editora da Cidade

Moradia como Prática de Cidadania.pdf

Housing as Citizenship Practice.pdf



 

 

 Participação entre campos (2018) 

Artigo publicado na revista ARA 4 YMÃ - Espaços em movimento, e que investiga a absorção e circulação do termo “prática espacial”, como enunciado por Henri Lefebvre em “A Produção do Espaço” (1974), e sua utilização por parte da crítica arquitetônica para abarcar uma produção diversa, destacando processos participativos como uma aproximação com o campo da arte e de uma determinada produção artísticareconhecida por Nicolas Bourriaud como “arte relacional”.

Participação entre campos.pdf

Uma festa de aparelhagem (2016)

Pequeno texto escrito para o projeto Campos de Preposições, realizado com O grupo inteiro, em colaboração com Central Saint Martins - UAL, no Sesc Ipiranga. 

Uma festa de aparelhagem

Margem, errante (2013) 

Texto que parte de uma análise crítica do  trabalho  “Errante”, do artista mexicano Hector Zamora, realizado entre outubro e novembro de 2010, em São Paulo, para examinar como processos envolvidos em seu desenvolvimento e execução explicitam diversas tensões nas relações entre obra de arte, espaço público e instituição.

Margem, errante 


 

 

Interseções entre arte e arquitetura. O caso dos pavilhões (2013)


Dissertação de mestrado que tem como foco central o estudo de edifícios pavilhões e sua relação com a produção tridimensional - entendida como instalação e escultura. Para tanto, articula-se o conceito de "campo ampliado", elaborado por Rosalind Krauss em texto de 1979 para abarcar as transformações da escultura a partir dos anos 60, com seu recente deslocamento, para o âmbito da arquitetura por parte de alguns autores, nomeadamente Antony Vidler. A pesquisa não se resume apenas a uma investigação da contribuição do espaço arquitetônico para a escultura ou da escultura para a arquitetura, mas foca especialmente a linha que as separa, visto que a tendência de convergência das duas disciplinas faz com que seu elo de reciprocidade se dissolva numa produção intersticial, realizada por artistas, arquitetos ou mesmo por ambos em colaboração. O pavilhão sempre foi entendido como um campo experimental para os arquitetos, especialmente ao longo do século XX quando ajudou a consolidar as premissas da arquitetura moderna. Hoje, apresenta grande visibilidade através de diversos programas que oferecem condições únicas de encomenda e concepção pressupondo uma arquitetura singular, que configura uma produção desvinculada do binômio forma-função e cujo assunto autorreferente é a própria arquitetura. Do ponto de vista das artes o pavilhão representa uma expansão da instalação para um todo espacial que passa a envolver também o edifício e, quando tomado como meta arquitetura, opera também como plataforma de afrontamento crítico. O embate teórico acerca dos desdobramentos do "campo ampliado", bem como a investigação sobre aspectos essenciais do termo "pavilhão", de natureza maleável, são confrontados com uma análise crítica de casos selecionados em três instituições com características bem distintas- Bienal de Veneza, Instituto de Arte Contemporânea do Inhotim e Serpentine Gallery -, e possibilitam alinhavar conclusões sobre esta produção contemporânea no limiar dessas duas disciplinas.

Interseções entre arte e arquitetura. Práticas espaciais críticas (2020)


em revisão para publicação


 


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